A equipe das ESFs do Distrito de Aparecida, Dr. Raphael Lhamas Franco, na Cohab III, e da Santa Mônica realizaram, na última semana, sala de espera com o tema AVC. De acordo com o Ministério da Saúde, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) – popularmente conhecido como derrame – mata 68 mil pessoas no Brasil por ano. A doença representa a primeira causa de morte e incapacidade no País, o que gera grande impacto econômico e social.

Seguindo as recomendações Federais, a Diretoria de Saúde busca agir de forma preventiva. Na semana passada, a equipe do médico Frederico, da ESF Dr. Raphael Lhamas Franco, realizou uma palestra na sala de espera da unidade com slides explicativos sobre o grupo de risco e o diagnóstico. A enfermeira Letícia Toledo também apresentou o tema na ESF do Distrito de Aparecida. “A população tem muita dúvida sobre essa doença. Esclarecemos muitos questionamentos sobre o AVC”, comenta Letícia. Na Santa Mônica, a enfermeira Carolina Pardine e o médico Marcelo destacaram a importância dos exames preventivos.

O risco de AVC aumenta com a idade, sobretudo após os 55 anos. O aparecimento da doença em pessoas mais jovens está mais associado a alterações genéticas. Pessoas da raça negra e com histórico familiar de doenças cardiovasculares também têm mais chances de ter um derrame.

Informações importantes

O AVC decorre da insuficiência no fluxo sanguíneo em uma determinada área do cérebro e tem diferentes causas: malformação arterial cerebral (aneurisma), hipertensão arterial, cardiopatia, tromboembolia (bloqueio da artéria pulmonar).
Segundo o Ministério da Saúde, o fumo é responsável por cerca de 25% das doenças vasculares, entre elas, o derrame cerebral. 
O mais comum é o paciente que sofreu um AVC apresentar sequelas. Entre as mais frequentes estão dificuldade na fala e paralisação de parte do corpo.
A médica Sonia Brucki, do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia, explica que muitas vezes o derrame traz alguns sinais, mas na maior parte dos casos não vem com avisos. “O importante é manter a saúde em ordem, fazer sempre um acompanhamento – uma vez por ano, para quem não tem nenhum problema”, orienta.
tratamento preventivo engloba o controle de vários fatores de risco vasculares como a pressão arterial, diabetes, colesterol, triglicérides, doenças cardíacas, além da necessidade de não fumar, ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos.

Fonte: Ministério da Saúde

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