O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São Manuel e Região, trouxe a público no final da tarde desta segunda-feira (12), o comunicado sobre a greve que se iniciará no dia 15 de julho às 11hrs. Em cumprimento as exigência legais de comunicar a empresa e a população com 72hs de antecedência.

Segundo o sindicato as empresas Rápido Fênix e Expresso Fênix que juntas são responsáveis pelo transporte de passageiros na linha rodoviária de São Manuel à São Paulo e o transporte coletivo no município,  não teriam pago salários e não atenderam as as reivindicações dos funcionários apresentadas em negociações coletivas.

Esgotada as negociações com as empresas, o sindicato que representa os funcionários comunicou a paralisação para quinta-feira.

 LICITAÇÃO

A prefeitura de São Manuel publicou no dia 23 de abril de 2020, o extrato de contrato com a empresa Expresso Fênix Viação Ltda. No valor de R$ 15,3 milhões (R$ 15.359.762,40), a contratação é por dez anos entre 16 de abril de 2020 e 15 de abril de 2030.

Os serviços de ônibus eram operados sem licitação. O contrato anterior tinha sido assinado em 04 de abril de 1981.

A Santa Bárbara Transporte e Turismo, que operava emergencialmente na cidade, deixou os serviços alegando baixa demanda em especial por causa dos efeitos da pandemia do novo coronavírus.

PREJUÍZO 

No mês passado a Câmara Municipal de São Manuel reprovou o projeto do prefeito Ricardo Salaro que pretendia repassar 311 mil reais para a empresa Expresso Fênix, que opera o transporte coletivo no município.

Em uma conta rápida feita pelo vereador Ricardo Sousa (Ricardo Motorista), durante a sessão extraordinária do dia 26 de junho, o valor do repasse poderia superar 700 mil reais, porque além dos mais de R$ 311 mil, teria ainda o aumento no valor do subsídio dos atuais R$ 25 mil para quase R$ 30 mil mensais, ainda teria mais seis parcelas de R$ 40 mil por mais seis meses, ou até o fim da pandemia, ou seja R$ 40 mil por tempo indeterminado. 40 mil reais para compensar prejuízos futuros.

Na oportunidade outros vereadores questionaram outros vários pontos do contrato que ficaram nebulosos, como quantidade de ônibus em operação a menor do que estipulado em contrato, prejuízo por inclusão de novos bairros e inclusive a quebra da trava do subsídio, deixa livre o aumento do subsídio sem passar pela Câmara Municipal, o fato de que sendo a empresa a principal interessada em reparar o prejuízo, mas não pediu a compensação financeira, quem “oferece" é a prefeitura.

A vereadora Hionota disse ainda que o prefeito faltou com a verdade quando diz que o contrato com a empresa foi assinado em janeiro de 2019, antes da pandemia, quando na verdade esse contrtato foi assinado em abril de 2020,no auge da pandemia. (Rádio Integração, com informações do Sindicato dos Trabalhadores em Rodoviários de São Manuel e Região)

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