As escolas estaduais de São Paulo vão começar o ano letivo em 1º de fevereiro recebendo os alunos para até duas aulas presenciais por semana, independentemente da pandemia.

Segundo o secretário de Educação, Rossieli Soares, nos primeiros 15 dias de aula, as escolas vão receber até 35% dos alunos matriculados a cada dia. Será feito um rodízio para que os estudantes frequentem as unidades 1 ou 2 vezes por semana, de acordo com a organização adotada. 

A retomada das aulas presenciais depende da autorização dos prefeitos de cada cidade que têm autonomia para decidir. 

"Na primeira quinzena vamos fazer uma divisão para que todos possam ir à escola 1 ou 2 vezes para uma primeira recepção presencial. Mesmo que a região esteja na fase amarela, começamos com 35% dos alunos e depois aumentamos a frequência", disse o secretário.

Soares também defende que a volta às aulas seja obrigatória para professores e estudantes, exceto para aqueles que apresentarem um atestado de saúde impossibilitando o retorno presencial. A definição sobre a obrigatoriedade será discutida nesta quarta (13) pelo Conselho Estadual de Educação.

 

Em dezembro, o governador João Doria (PSDB) decidiu que as escolas seriam classificadas como serviços essenciais para que possam continuar abertas mesmo nas fases de maior restrição do plano de controle da pandemia de coronavírus.

ENEM

A juíza Marisa Claudia Gonçalves Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de São Paulo, negou nesta terça (12) o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, cujas provas estão marcadas para 17 e 24 de janeiro.

A Defensoria Pública da União (DPU) havia entrado com recurso pedindo o adiamento do exame em razão dos riscos de contágio maior, diante do avanço nos números da pandemia de Covid-19. Ao negar o pedido, a magistrada entendeu, contudo, que "as medidas adotadas pelo Inep são adequadas. (Jcnet)

 

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