O Ministério Público Eleitoral através da Promotora de Justiça Eleitoral Ana Carolina Kamada Schwendler, pediu a cassação do mandato do vereador Ricardo Motorista (PSDB) e da vereadora Hionita Peres (PSB).

A ação pede a cassação dos registros ou eventuais diplomas e de inelegibilidade de toda chapa (PSDB e PSB), para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes à eleição em que se verificaram os fatos. Todos os candidatos das duas legendas estariam inelegíveis por oito anos.

No entender do Ministério Público Eleitoral houve fraude/abuso do poder político consistente no registro de candidaturas fictícias a fim de se cumprir a cota de gênero das candidaturas femininas, constatou-se, que pelo menos duas candidatura foram fictícia, Olívia Cristina Mendes (PSDB) e Simone Portela (PSB), ambas não tiveram o próprio voto.

Segundo a alegação do MP, o mero fato de Olívia Cristina Mendes e Simone Portela não obtiveram o próprio voto, por si só, já induz à conclusão de que as candidaturas foram absolutamente fictícias, o que já é capaz de gerar burla à cota de gênero. Não obstante isso, no caso da candidatura de Olívia segundo consta das cópias de mensagens de conversas realizadas nas redes sociais, o irmão da candidata afirma que ela não queria participar do pleito, bem como que ela é completamente leiga quanto ao assunto política.

As testemunhas Letícia Castaldi e Anízio Josepetti não foram ouvidas na instrução em razão de possuírem interesse na causa, pois são suplentes de vereadores.

O caso segue para Justiça Eleitoral, caso julgue procedente ou improcedente, ainda cabe recurso da decisão, tanto para os vereadores quanto ao MP. (Rádio Integração - São Manuel)

Últimas Notícias : Pages : FM Integração

ThumbnailSupremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira (15) rejeitar o recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) que buscava reverter a anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva impostas pela Justiça Federal do Paraná, na Operação Lava...