Em 15 de novembro, além das escolhas para prefeito e vice, os mais de 100 mil eleitores bo­tucatuenses também vo­tarão para os ocupantes às onze vagas disponí­veis na Câmara Muni­cipal. Para ocupar cada uma das cadeiras do le­gislativo, 153 candidatos apresentaram seus no­mes à Justiça Eleitoral.

Passados os períodos de pré-campanha e re­gistro, a Justiça Eleitoral julgou quase que a tota­lidade dos candidatos, que teriam tempo para apresentar documen­tos e certidões diversas, bem como, declaração de bens.

No entanto, oito pos­tulantes foram impug­nados e não poderão dis­putar as eleições deste ano. Isso corresponde a 5,23% do total de candi­datos.

A impugnação, segun­do a Justiça Eleitoral, fi­gura naquele candidato que não apresentou con­dições necessárias para a aceitação (condenações judiciais ou inexistência de documentação), além de indeferimento do Demonstrativo de Regu­laridade de Atos Partidá­rios (DRAP), como irregu­laridades em convenções das legendas.

O partido mais afetado pelo indeferimento de candidaturas foi o Demo­cratas (DEM), que apoia a reeleição do prefeito Má­rio Pardini (PSDB) e tem como filiado o vice-pre­feito André Peres. O par­tido apresentou para esta eleição dezessete candi­datos a vereador. Foram cinco pessoas impedidas de receber votos. Além disso, mais dois postulan­tes ainda aguardam julga­mento para oficialização nas urnas.

Já o Patriotas, que não se coligou no majoritário, tem dois impugnados, en­tre seus dez candidatos. O Partido Liberal (PL) apresentou dezesseis postulantes à Câmara Municipal, mas obteve uma impugnação.

Algumas legendas ain­da aguardam o julgamen­to de seus candidatos, como é o caso do Partido dos Trabalhadores (PT), onde todos os seus cin­co postulantes precisam ainda ter a confirmação nas urnas aprovada pela Justiça Eleitoral. Rede Sustentabilidade (2), PSD (1), Republicanos (1), Pa­triota (3) e DEM (2) são outros partidos que ainda dependem de análises de documentos de seus can­didatos.

As impugnações podem determinar o desempe­nho das legendas nas eleições deste ano. Isso porque as regras para se eleger vereador muda­ram (eleição proporcio­nal), como a proibição de coligações no âmbito le­gislativo. Ou seja, os par­tidos dependerão apenas de seus próprios votos para eleger um parlamen­tar. No último pleito, em 2016, os votos eram di­vididos pela coligação. As cadeiras eram distribuí­das entre os partidos des­se acordo, conforme os candidatos mais votados dentro delas.

Quanto ao quociente eleitoral, a conta a ser feita leva em considera­ção o número de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Mu­nicipal. Para exemplificar, nas eleições de 2016 fo­ram 67.088 votos validos diante de onze cadeiras, cujo quociente eleitoral foi de 6.098. Ao alcançar este número, a coligação garantiria seis cadeiras. Desta vez, o montante deve ser alcançado de forma individual pelo partido.

 

Confira a lista de candidatos indeferidos:

Betão- Patriota

Eleide Braz- Patriota

Flor Cabeleireiro- PL

Nenê Bueno- DEM

Palhinha- DEM

Pastor Gerson Ramos- DEM

Rejane Poter- DEM

Sandrinha Fudoli- DEM

 

Confira a lista de candidatos que aguardam julgamento:

Cláudia Gabriel- DEM

Zé Piranha- DEM

Geraldo Vaz- Patriota

Ricardinho- Patriota

Rosalina- Patriota

Dr. André Cruz-PSD

Helton- PT

Professora Nora- PT

Socorro- PT

Vitor Augusto Monteiro- PT

Zé Pessoa- PT

Professor Rodrigo do Tenis- REDE

Robson Joaquim- REDE

 

 

Abaixo a Nota do Democratas:

 

Fonte: Leia Noticias Por Flávio Fogueral

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