Uma funcionária que trabalha na farmácia que fica localizada no Centro de Saúde I, mais conhecido como Postão da Rua Acre, testou positivo para o novo coronavírus, em Avaré. O que chama atenção é que a servidora foi vacinada contra o vírus.

Informações dão conta que a servidora tentou fazer o teste na última sexta-feira, dia 12 de fevereiro, na própria unidade, que é referência na detecção da Covid-19, mas não conseguiu.

Diante da situação, ainda segundo informações, ela teve que pagar para realizar o exame em um laboratório particular, onde constatou que a funcionária estava contaminada.

Imediatamente ela foi afastada e está em quarentena em casa, apresentando alguns sintomas como dificuldade para respirar.

Os colegas de trabalho que tiveram contato com ela não teriam sido afastados e nem realizado exames, o que estaria gerando apreensão e medo de estarem contaminados. Munícipes que compareceram à farmácia, também tiveram contato com a servidora que testou positivo.

Segundo uma fonte ouvida pelo A Voz do Vale, existe há necessidade da instalação de uma farmácia dentro do setor de atendimento a Covid-19 no Postão da Rua Acre. Atualmente, o pessoa que tem confirmada a infecção, sai do ambulatório e se dirige a farmácia em outro setor, o que poderia estar gerando a transmissão.

Além dos medicamentos fornecidos para tratar os sintomas do coronavírus, a farmácia atende pacientes com outras enfermidades, como: pressão, diabetes, colesterol, entre outros. Esses munícipes estariam correndo sério risco de também serem infectados.

“Tem que colocar uma farmácia dentro do ambulatório, porque o povo que está com a doença ou suspeita, entra tudo dentro da farmácia para pegar o remédio e mistura com o povo que está saindo de consulta, da população que vai retirar o medicamento de uso contínuo, mães e gestantes. Está misturando tudo, onde está adoecendo funcionários e a população também. Tem que deixar um kit de medicamentos pronto para entregar as pessoas que estão infectadas e não fazer ir até a farmácia onde tem circulação de pessoas com outras enfermidades”, destacou um munícipe que preferiu não ser identificado. (A Voz do Vale)

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