O Ministério Público (MP) de Bariri recorreu ao Tribunal de Justiça (TJ) pedindo o aumento da pena do pintor Rodrigo Pereira Alves, condenado no último dia 25 a 40 anos, 10 meses e 18 dias de reclusão, em regime inicial fechado, pelo estupro e assassinato da estudante Mariana Forti Bazza, em 24 de setembro de 2019.

"O MPSP já interpôs o recurso de apelação, visando ao aumento da pena", declarou o órgão em nota. Pelo fato de o processo tramitar em segredo de Justiça, a assessoria de imprensa disse que não pode divulgar informações sobre a pena defendida pela Promotoria e quais argumentos utilizados para embasar o pedido.

Alves foi condenado pelos crimes de estupro, latrocínio e ocultação de cadáver. O juízo da 1ª Vara de Bariri acolheu integralmente o pedido da Promotoria. Na época, segundo o MP, ele estava cumprindo pena de roubo e constrangimento ilegal no regime aberto.

Imagens de circuito de segurança captaram a ação premeditada do pintor, que se aproximou do veículo da vítima para murchar um pneu. Em seguida, ele alertou a jovem e, com a promessa de ajuda, a atraiu para o interior de uma chácara, onde praticou os crimes.

O corpo dela foi localizado na manhã seguinte, por indicação do suspeito, num canavial em Cambaratiba, distrito de Ibitinga. Ela estava amordaçada, com os olhos vendados, e tinha uma faixa enrolada no pescoço. O laudo confirmou a morte por estrangulamento. (Jcnet)

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