Quem passa por uma obra de drenagem vê máquinas, escavações, grandes tubos, trabalhadores e mudanças temporárias no trânsito. Depois, quando o serviço avança e o pavimento é recomposto, boa parte dessa transformação desaparece da paisagem.
Mas é justamente debaixo das ruas que permanece uma das principais mudanças na infraestrutura de Botucatu. Nos últimos meses, diferentes regiões da Cidade passaram a receber novas redes de drenagem, com escavações, implantação de tubulações, construção de caixas de captação e outras estruturas destinadas a receber e direcionar as águas das chuvas.
Uma transformação que acontece em vários pontos da Cidade
Esse trabalho pode ser observado em diferentes regiões de Botucatu. Jardim Peabiru, Árvore Grande, Califórnia I, Córrego Fundo, Vila Assunção, Cohab 5, Vitoriana e Parque Marajoara estão entre os locais que receberam ou estão recebendo intervenções relacionadas à drenagem.
Outra grande frente está na região das ruas Tenente João Francisco e Major Matheus, um dos principais corredores entre o Centro e a Região Norte. A intervenção, de aproximadamente R$ 5,7 milhões, começou pela Rua Vitor Atti e avançou para outros trechos da região, com a implantação de uma nova estrutura de captação e escoamento das águas das chuvas.
Além das redes construídas sob as ruas, Botucatu também avança em obras de maior porte envolvendo seus córregos e ribeirões. O Município iniciou um amplo programa de macrodrenagem que inclui intervenções no Ribeirão Lavapés e Córrego Água Fria, além de obras de canalização, contenção e recuperação de margens.
O que fica depois que as máquinas vão embora
Cada uma dessas obras possui características e dimensões diferentes, mas elas ajudam a mostrar algo que nem sempre é percebido por quem circula pela Cidade: em uma obra de drenagem, grande parte do investimento fica escondida. Quando uma rua é aberta, é possível enxergar por alguns dias o tamanho das tubulações, das caixas e das estruturas que estão sendo instaladas. Depois que elas são enterradas e o pavimento é recomposto, o que permanece visível é novamente uma simples rua asfaltada.
Debaixo dela, porém, existe uma infraestrutura completamente diferente. São sistemas projetados para captar a água que chega às ruas, conduzi-la de forma adequada e ampliar a capacidade da Cidade de responder aos períodos de chuva. Por isso, o asfalto recomposto não representa toda a obra. Ele é apenas a camada final de um trabalho muito maior realizado no subterrâneo.
As obras não estão apenas mudando aquilo que os moradores enxergam enquanto as máquinas estão nas ruas. Está construindo uma infraestrutura que continuará funcionando muito depois que elas forem embora!
Fonte:Prefeitura de Botucatu.








