A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jump na conhecida Ponte do Esqueleto, reacendeu o debate sobre a segurança e a fiscalização do local, situado na divisa entre Limeira e Cordeirópolis.
Diante da tragédia registrada no último sábado, a Prefeitura de Limeira anunciou que pretende adotar medidas judiciais contra o Governo Federal, alegando falta de ações efetivas para controlar as atividades realizadas na estrutura. Segundo a administração municipal, pedidos anteriores solicitando providências e fiscalização teriam sido encaminhados à União sem que houvesse uma solução definitiva para o problema.
O caso ganhou grande repercussão após a informação de que a jovem teria sido lançada para o salto sem os equipamentos de segurança adequados. A fatalidade reforçou preocupações já existentes sobre as condições em que a prática vem sendo realizada no local.
A Ponte do Esqueleto se tornou um dos principais pontos de aventura da região, atraindo centenas de visitantes mensalmente. Entretanto, episódios anteriores já haviam acendido o sinal de alerta. No ano passado, ao menos duas pessoas ficaram feridas durante saltos semelhantes, em ocorrências que também levantaram questionamentos sobre a segurança das operações.
Agora, a administração municipal defende que o episódio evidencia a necessidade de uma atuação mais rigorosa dos órgãos responsáveis, a fim de evitar que novas tragédias ocorram em um dos pontos turísticos mais frequentados da região. (FM Integração/📸 Reprodução)








