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CAC é morto em assalto na marginal Tietê, em São Paulo

Um homem de 52 anos foi morto após ser abordado por uma dupla de assaltantes enquanto trafegava de moto pela avenida Embaixador Macedo Soares, na altura do número 9.500, região da Lapa, zona oeste de São Paulo. O crime ocorreu por volta das 19h de domingo (18).

A vítima foi identificada como Silvio Roberto da Silva Mesquita. Ele era CAC (caçador, atirador e colecionador). Seus documentos e dois carregadores vazios foram localizados por testemunhas e entregues à polícia. A arma dele, uma Glock 9 mm, não foi encontrada, e a polícia suspeita que ela tenha sido furtada.

Conforme testemunhas relataram no boletim de ocorrência, Mesquita seguia em sua BMW quando foi abordado por dois homens que estavam em uma Honda CG.

Um guarda-civil municipal de folga estava no local e conta que viu a abordagem e ouviu os tiros e anunciou que era policial. Segundo ele, um dos ladrões fez menção de atirar, e o guarda então efetuou 15 tiros contra os suspeitos, mas a dupla subiu na moto e fugiu.

A vítima chegou a ser levada para o PS da Lapa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Ele tinha três perfurações nas costas, de acordo com o boletim de ocorrência.

PMs que atenderam a ocorrência receberam a informação de que um dos suspeitos havia seguido ferido para a favela da Ritinha, nas proximidades. Uma dupla de policiais enviada ao local encontrou o homem com ferimentos na perna escondido em um barraco de madeira montado na calçada. Do lado de fora foi encontrada a moto usada no crime.

A vítima teve o celular roubado, e o caso foi registrado no 91° DP (Ceasa) como latrocínio -roubo seguido de morte.

Em depoimento, o suspeito ferido confirmou ter participado do latrocínio, mas negou ser o autor dos disparos. Ele disse que, após o roubo do telefone, a vítima correu, momento em que foi baleada pelo outro suspeito.

O suspeito ferido foi encaminhado para o Hospital Vila Penteado, na zona norte da capital. O suposto atirador, que já tinha passagens pela polícia, foi identificado por meio de impressões digitais coletadas em um capacete.

O celular da vítima ficou apreendido. Os carregadores encontrados foram encaminhados para o Instituto de Criminalística, e os documentos foram entregue para familiares, inclusive o de registro da arma. Já a arma do guarda-civil foi enviada para perícia.

Fonte: Folha de São Paulo (Foto: FolhaPress)

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